domingo, 24 de novembro de 2013

ONGS, PERIGO OU A SOLUÇÃO DA AMAZÔNIA?.

ONGs Internacionais, um perigo para a Amazônia

PARA QUE SERVEM TANTAS ONGS NA AMAZÔNIA, QUER SABER O GENERAL?
E foi ainda mais longe, o comandante militar: "muitas vezes as ONGs atuam no sentido contrário aos interesses brasileiros". A ideologia imposta a grandes temas nacionais, a causas que deveriam estar muito acima de crenças político-partidárias, é uma realidade a que temos sido submetidos todos os dias. A ideologia tomou conta das questões da criminalidade, já que ela não é combatida para priorizar os direitos humanos dos bandidos; no campo, onde invasão de terras não é mais crime e em muitas coisas da nossa vida.

A questão da Amazônia não poderia ser diferente. Nosso governo ama as ONGs internacionais, dá-lhes dinheiro e poder e elas se tornam cada vez mais "donas" da mais rica região do país. Numa longa e rara entrevista, dia desses, o comandante militar da região, general Eduardo Villas Boas, que chefia nada menos do que 19 mil homens e mulheres das Forças Armadas, considerou as ONGs como um dos grandes males da região amazônica. Não generalizou, com o perdão do trocadilho. Mas disse com todas as letras: "Não é o caso de estigmatizar as ONGs. Elas preenchem espaços e atendem necessidades da população que nem o primeiro nem o segundo setores têm capacidade de atender. Mas há coisas fora de controle e a gente fica numa insegurança: não sabe quem são nem seus objetivos". Muito cuidado!


Tem mais: o general, com cuidado e moderação, disse ainda que a Amazônia é como uma colônia dentro do Brasil. A ausência estatal na floresta comprova essa teoria, resumiu. A Amazônia fica nas mãos das ONGs, enquanto o importante para o governo brasileiro e teorizar sobre como ressuscitar cadáveres da ditadura e andar de mãos dadas com governos como os da Venezuela e da Bolívia. O general poderia ir mais fundo, mas infelizmente, não pode. Voz mesmo só pode ter quem concorda com a ideologia de quem está no poder.

sábado, 23 de novembro de 2013

FORDLÂNDIA - UM PEDAÇO DOS EUA NO BRASIL

A comunidade de Fordlândia é uma vila localizada nas margens do rio Tapajós, pertencente ao município de Aveiro, estado do Pará que em 1928 foi o local escolhido por Henry Ford para instalar uma fábrica de borracha natural no interior do Brasil e fugir do monopólio do produto imposto pelos ingleses.
Apesar do empreendimento americano não ter dado certo, hoje esta comunidade ainda guarda várias construções desse episódio passado, além de ser um bom local de partida para os pescadores de tucunaré, pois localiza-se perto de ilhas e lagos onde esse peixe é muito frequente."

UM PEDAÇO DA HISTÓRIA - ASCENÇÃO E QUEDA.

Materia encontrada em um site de um pesquisador piaiense, achei interessante pois parte da história é desconhecida por muitos conterrâneos no intuito de divulgar mais Fordlândia minha terra natal vou publicar em quatro partes.

PARTE I

Matem todos os americanos

A revolta de trabalhadores na Amazônia contra os gerentes de Fordlândia

Nas primeiras décadas do século xx, Henry Ford foi a cara do progresso industrial. De sua fábrica em Detroit, apelidada de Palácio de Cristal, saíram um milhão de carros do modelo T em 1915. Tendo inventado a linha de montagem e, com ela revolucionado o processo produtivo nas fábricas, Henry Ford instituiu normas igualmente rígidas para a vida comunitária de seus operários.

Dono de florestas no Michigan e de minas no Kentucky e na Virgínia, ele dispunha de todos os recursos naturais necessários à produção automobilística. Exceto o látex para os pneus. Por isso, em 1927, Ford olhou para o Brasil. Ao invés de comprar a matéria-prima que lhe faltava, adquiriu quase 15 mil quilômetros quadrados de terra na margem do rio Tapajós, perto de Santarém, no Pará. Queria ter o seu próprio seringal na Amazônia. Contratou mão de obra local e fez brotar da selva uma cidade que deveria emular, em todas as minúcias, a vida americana - uma cidade com rua principal de comércio, casinhas enfileiradas, calçadas, praça central, dança de quadrilha e abstinência. Batizou-a de Fordlândia
e imaginou estar plantando uma civilização, além de seringueira.

Deu tudo errado e as ruínas do empreendimento - onde jamais se colheu uma só tigela de látex - foram devolvidas ao governo brasileiro. A seguir, um capítulo da saga: o da revolta dos trabalhadores brasileiros contra os gerentes americanos.

Em dezembro de 1930, os trabalhadores terminaram a pintura do logo da Ford no marco que até hoje distingue Fordlândia: sua torre de 50 metros e a cisterna de 570 mil litros. "Quando se olha do convés de um vapor fluvial", escreveu Ogden Pierrot, adido comercial na embaixada dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, "as imponentes estruturas do setor industrial da cidade, com o tremendo tanque de água e a chaminé da usina de força, chamam a atenção e provocam deslumbramento."

Odgen Pierrot prosseguiu:

Isto não é incomum quando se considera que, por vários dias, os únicos sinais de vida que aliviavam a monotonia da viagem eram assentamentos ocasionais, que consistiam de duas ou três cabanas cobertas de palha contra um fundo de selva verde. Uma sensação de incredulidade domina o visitante quando ele vê de repente, projetado à sua frente, um quadro que pode ser considerado uma miniatura de uma cidade industrial moderna. Chaminés expelindo uma pesada nuvem vinda de restos de madeira usados como combustível; uma locomotiva fumegante à frente de vagões carregados de maquinário recém-chegado dos Estados Unidos; guindastes executando movimentos infindáveis para retirar cargas pesadas de balsas atracadas na longa doca; tratores se arrastando pelos morros com implementos para soltar e nivelar a terra, outros puxando cabos presos a troncos de dimensões gigantescas - tudo aumenta o espanto causado nos visitantes que desconhecem o distrito, que não tinham ideia do que foi realizado no breve espaço de pouco mais de dois anos.

Foi trabalhoso encontrar um apito de fábrica que não enferrujasse com a umidade da selva. Ele foi instalado no alto da torre de água, acima das árvores altas, tornando-o visível a mais de 11 quilômetros de distância. O apito era estridente não só para chegar aos trabalhadores dispersos no campo, mas também para ser ouvido do outro lado do rio, onde pessoas que não tinham nada a ver com Fordlândia começaram a pautar os dias pela regularidade da nova sirene. O apito era suplementado por outro ícone do trabalho industrial nas fábricas: os relógios de ponto, colocados em diferentes lugares da plantação, que registravam o momento exato em que cada funcionário iniciava e terminava o dia de trabalho.

Em Detroit, ao chegarem às fábricas da Ford, os trabalhadores imigrantes, mesmo quando vindos do campo, tiveram várias oportunidades de se adaptar aos ritmos da vida industrial. As longas filas em Ellis Island, os relógios pendurados nas paredes de depósitos e salas de espera, os horários relativamente precisos de navios e trens dividiam o arco diário do sol em zonas combinadas para orientar os seus movimentos e mudar a sensação de como os dias se passavam.

Já na Amazônia, a transição entre tempo agrícola e tempo industrial foi muito mais brusca. Antes de chegar a Fordlândia, muitos camponeses que viviam na região estavam habituados a ter a jornada regida por apenas dois relógios, distintos e complementares. O primeiro era o sol, com sua ascensão e queda marcando o início e o fim do dia, seu ápice sinalizando a hora de ir para a sombra e dormir. O segundo era a alternância das estações: a maior parte do trabalho necessário à sobrevivência era feita durante os meses relativamente secos de junho a novembro. Os dias sem chuva possibilitavam a extração do látex, enquanto o recesso das inundações expunha solos recém-fertilizados, prontos para o plantio, e aumentava a concentração dos peixes, tornando sua pesca mais fácil. Mas nada estava escrito em pedra. Chuva excessiva ou períodos prolongados de seca ou calor provocavam ajustes de planos. Antes da vinda da Ford, os trabalhadores do Tapajós viviam o tempo, não o mediam - a maioria deles nunca ouvira sinos de igreja e, muito menos, um apito de fábrica. Era difícil, como disse David Riker - que fazia diversos trabalhos para a Ford, inclusive o recrutamento de mão de obra - "transformar essas pessoas em máquinas de 365 dias".

Por outro lado, a maior parte dos gerentes e supervisores de Fordlândia eram engenheiros, que mediam com precisão tempos e movimentos. Uma das primeiras coisas que os americanos fizeram foi acertar seus relógios com o horário de Detroit, no qual Fordlândia permanece até hoje (apesar de Santarém, cidade próxima, estar uma hora atrás). Eles coçavam a cabeça quando se defrontavam com uma mão de obra que, rotineiramente, descreviam como "preguiçosa". A filha de Archie Weeks se lembra do pai jogando o chapéu de palha no chão mais de uma vez, em sinal de frustração. Impregnados pelo senso de dever, que contrariava o ritmo de vida no Tapajós, e orgulhosamente ligados a uma empresa conhecida por sua eficiência, os homens da Ford tendiam a tratar os brasileiros como instrumentos. Matt Mulrooney dava apelidos utilitários a seus homens. "Este sujeito eu apelidei de 'Telefone'. Quando eu queria enviar uma mensagem ou uma ordem lá para frente, bastava eu gritar 'Telefone!' e ele aparecia."

Os americanos usavam a si mesmos como padrão para medir o valor dos trabalhadores brasileiros. "Dois dos nossos carregaram com facilidade os troncos que doze brasileiros não aguentariam", observou um funcionário no final de 1930. O que era feito em apenas um dia em Detroit, "levaria três dias para ser feito por alguém daqui".

Todos eles trabalhavam para um homem, Henry Ford, cuja obsessão com o tempo era muito anterior a sua determinação de erradicar "movimentos inúteis" e o "afrouxamento" na linha de montagem, dividindo a atividade necessária à construção do Modelo T em tarefas cada vez menores: 7 882, para ser exato. Quando criança, ele já desmontava e remontava regularmente relógios de pulso e de parede ou de mesa. "Na casa de Ford", lembrou um antigo vizinho, "todos os relógios tremiam ao vê-lo chegar." Ele até inventou um relógio de dupla face, uma para mostrar o "tempo solar" e a outra, a hora de Chicago. Quando sua mãe morreu, no parto do nono filho, Henry Ford, que tinha 13 anos, depois descreveria sua casa como "um relógio sem a mola mestra".

Ele também sabia que tentativas de mudar a medição do tempo poderiam provocar resistência - no passado, ele já havia enfrentado a oposição dos empregados à aceleração da linha de montagem. Ford tinha 22 anos quando, em 1885, a maioria da população de Detroit recusou-se a obedecer a uma lei municipal para promover a "unificação do tempo" - nome da campanha para conseguir que os Estados Unidos adotassem o meridiano de Greenwich como padrão universal. Segundo o Chicago Daily Tribune, houve uma "confusão considerável", uma vez que Detroit "mostrou seu conservadorismo de sempre, recusando-se a adotar o horário padrão". Foram necessárias mais de duas décadas para que a cidade "abandonasse o horário solar" e atrasasse os relógios em 28 minutos e 51 segundos, para se alinhar com Chicago e o restante do Meio-Oeste (a cidade mudaria para a hora padrão do Leste em 1915, tanto para ter mais horas de luz solar quanto para sincronizar suas fábricas com os bancos de Nova York).

Em Fordlândia, o controle industrial implicava uma série de outras iniciativas, além de sirenes e relógios de ponto. O pagamento quinzenal de salários, baseado nos cartões de ponto, era a medida mais óbvia, assim como uma concepção do dia de trabalho que fazia o mínimo possível de concessões ao clima, mantendo os trabalhadores "no relógio" quando a chuva caía a cântaros ou a temperatura passava dos 40 graus. O esforço para racionalizar a vida desceu aos mínimos detalhes do dia do trabalhador. Como em Detroit, exigia-se que os empregados da plantação usassem um crachá de metal da Ford, com o número de registro gravado e as imagens de um complexo industrial, um avião, dois navios e uma caixa d'água. Os mateiros que desbastavam a floresta e cuidavam das seringueiras muitas vezes tiravam as camisas no calor e prendiam os crachás às fivelas dos cintos. O custo de um distintivo perdido era deduzido do salário.

 

PEDOFILIA NAS TRIBOS. (verdade)

PF-AM apreende imagens de pedofilia com indígenas em ONG dos EUA

Missionário norte-americano que atuava no AM foi preso em maio pelo crime.
Operação, deflagrada em Manaus e Acre, prendeu também um designer.

 

  Imagens de pornografia infantil foram apreendidas em computadores na sede da ONG 'Missão Novas Tribos do Brasil' em Manaus, nesta quinta-feira (12), durante a Operação Ímpio, deflagrada pela Polícia Federal. De acordo com a investigação, um missionário norte-americano da organização, que evangeliza tribos indígenas no país, aparece em fotos e vídeos abusando sexualmente de crianças possivelmente indígenas. Ele foi preso em Orlando, nos Estados Unidos, em maio deste ano. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados, sendo 11 de busca e apreensão e sete de conduções coercitivas, em Manaus e Cruzeiro do Sul, no Acre.

A operação foi feita em parceria com a agência norte-americana U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE). Segundo a PF, ao ser detido pela ICE no aeroporto de Orlando, o missionário portava um notebook com imagens de pedofilia. Ele, ainda de acordo com a PF, admitiu ter molestado, pelo menos, quatro menores de idade, na faixa etária de 12 anos, possivelmente indígenas, e confessou também ter fotografado as crianças.
Em Manaus, foram apreendidas mais imagens. "Constatamos que havia material pornográfico em computadores da instituição. O missionário, inclusive, admitiu ter protagonizado vídeos", explicou o superintendente em exercício da Polícia Federal, delegado Dércio Carvalheda.

DIRCEU E GENUINO EM PRISÃO DOMICILIAR

Juiz da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, decidiu imputar prisão domiciliar aos mensaleiros José Genoino e José Dirceu. Ele passou o domingo, 17, reunido com parte de sua equipe para acelerar o trâmite das sentenças. Segundo o juiz, o asfixiamento da liberdade em condições de prisão domiciliar é eficiente e pune de forma traumática. “Nesse aspecto, sou seguidor inveterado de Montesquieu: fazer sofrer para expiar a pena. Para piorar, encarceraremos os dois na mesma residência. Imagine a tensão de um bandido espreitando constantemente o outro?”, completou o magistrado, Impunität, advogado dos mensaleiros, entrará com ação junto à ONU para denunciar a clara violação dos direitos humanos. “São mensaleiros, mas são seres humanos. Encastelar pessoas é, sem dúvidas, uma punição medieval”, asseverou Impunität.

MALDITA CACHAÇA

Jovem inglês acorda em Paris após noite de bebedeira.

Uma noite enchendo a cara pode acabar de muitas maneiras. O jovem inglês Luke Harding, morador de Manchester, no Reino Unido, decidiu reservar um voo de última hora para Paris, na França, segundo o site Metro. Após deixar um amigo em casa, ele pediu ao motorista de táxi que o levasse ao aeroporto. Mais tarde, quando seus amigos cuidavam de ressaca em casa, o garoto de 19 anos dormia em um banheiro do Aeroporto Charles de Gaulle. A excursão de um dia custou a ele cerca de R$ 900.
O jovem se tornou sensação no Twitter depois que o adolescente começou a postar fotos do Arco do Triunfo e da Torre Eiffel.
— Eu encontrei o meu passaporte que eu estava usando como identificação, e um aplicativo no meu celular dizia algo sobre voos baratos para Paris. Foi um impulso, coisa de momento e parecia uma boa ideia na hora. Quando eu acordei eu não sabia onde eu estava.
Depois de tomar consciência do que havia acontecido, Luke ligou para a mãe e disse “Não entre em pânico, mas você pode me pegar no aeroporto de Manchester às 8h?”
— Foi ótimo, não me arrependo. É uma história engraçada para contar aos meus companheiros nos próximos anos.

domingo, 17 de novembro de 2013

MOSQUITO DA DENGUE GANHA MAIS ESPAÇO

UM NATAL COM A CARA DO POVO.

SEMA SAI NA FRENTE, e reinventa uma nova maneira de festejar o Natal, fugindo da velha tradição do natal vermelho que lembra o governo do PT, a prefeitura municipal criou seu próprio estilo, em homenagem aos gordinhos que caminham pela orla da cidade, para que olhem a árvore e lembre seus pneus e caminhem ainda mais, confesso que é a primeira vez que vejo algo tão lindo só gostaria de saber quanto custa esta árvore.

sábado, 16 de novembro de 2013

GAYS E MACUMBEIROS JUNTOS CONTRA O PASTOR FELICIANO

pastor Marco Feliciano diz que há “600 terreiros de macumba batendo tambor” por ele contra ativistas gays.

Circula nas redes sociais um vídeo de uma pregação do pastor Marco Feliciano no Clama Sul, evento cristão realizado em Maringá, Paraná, no último dia 02 de novembro. Em seu discurso, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) afirma que existem “600 terreiros de macumba batendo tambor” a seu favor, todas as sextas-feiras.
Feliciano falava sobre a crise que atravessou quando assumiu a presidência da CDHM, e contou que recebeu a visita de um babalorixá em seu gabinete. Surpreso, Feliciano imaginou que fosse sofrer uma agressão, mas o homem afirmou que vinha em paz, para prestar apoio.
“Nunca houve tanta oração neste país. Nunca houve tantos crentes anônimos mandando mensagem de Jesus dizendo: ‘protege o Pastor Marco porque ele me representa naquele lugar’. O Brasil foi abalado pelas orações, Igreja… Quem concorda com isso? Nos primeiros dias Edmar, no meio daquele tumulto você assistiu reuniões na nossa Frente [Parlamentar Evangélica], onde estava tudo nublado, não tinha o apoio de ninguém… Meu partido tava quase ruindo porque não aguentava mais a luta […] Entrou um homem na minha sala, um baita dum… Tenho que tomar cuidado como falo… Um baita dum afrodescendente… Desse tamanho o cidadão […] O cabelo black power. Quando eu olhei pra ele, empurrei minha cadeira e pensei: ‘Tô frito! Não tão respeitando nem aqui mais’. Quando ele viu que eu fiquei apavorado ele disse: ‘Fica tranquilo que minha vinda é de paz’ […] Ele era um babalorixá […] ‘Vim do Rio de Janeiro através da minha instituição. Nós temos 600 terreiros de macumba e a nossa instituição pagou minhas passagens… Vim aqui dizer para o senhor que o senhor nos representa, porque o senhor representa a família brasileira. E pra te ajudar eu trouxe para o senhor a espada de São Jorge’ […] Olhei pra aquele trem e pensei: ‘Eu pego ou não pego?’ [… ] Na hora de ir embora ele voltou e disse: ‘Pastor, a partir de hoje ninguém mais toca no senhor…’ Eu falei: ‘Por quê?’ Não devia ter perguntado… Ele voltou, olhou para mim e disse: ‘A partir de hoje, toda a sexta feira, 600 terreiros vão estar batendo tambor para nossas entidades protegerem o senhor’ […] Quando eu fui falar, Jesus falou comigo: ‘Quem não é contra nós, é por nós’ […] Quando ele virou as costas, Jesus falou comigo: ‘Quando a Igreja não se levanta e não pode, eu levanto até demônio…”, disse o pastor, em sua pregação.

sábado, 2 de novembro de 2013

SANTARÉM PODERÁ SOFRER INTERVENÇÃO DA OMC

OMC (organização mundial do comércio) deve intervir na alta do preço da FARINHA.

ONU promete embargo econômico ao Planalto Santareno.

CIPOAL – A situação está periclitante. A alta de 100% no preço da farinha está acabando com as finanças dos sanarenos que não deixam de consumir o seu pão de cada dia. Com isso o poder de compra da população está em declínio na economia mundial. Preocupada com a situação do povo santareno, a ONU, Organizações das Nações Unidas, através da OMC, promete intervir se o Governo Paraense não promover uma queda no valor da Farinha. Nos bastidores fala-se inclusive em embargo econômico ao Oeste do Pará.

- É preocupante. A economia mundial pode ser abalada com a redução do poder aquisitivo do santareno – afirma Ban Ki-moon, secretário geral da ONU.

As ações sugeridas pela ONU devem ser seguidas pelos mocorongos. Já que o consumo da farinha não vai diminuir – a tendência é aumentar, sempre -, o Governo Paraense tem feito reuniões e através de uma consultoria está tentando atingir o equilíbrio entre o preço da farinha e os custos de vida, cada um com sua importância. Este é o desafio para o fim deste ano e o de 2014 que marcará as eleições.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

BRASIL SOLIDÁRIO, VOLUNTARIADO JOVEM CRESCE NO BRASIL.

Jovem filantropo oferece exames de mama gratuitos.

Enquanto bilionários como Bill Gates e Eike Batista doam milhões e milhões para a caridade, algumas pessoas têm feitos gestos menores, mas que também são repletos de boa vontade e amor ao próximo.
Esse é o caso do paulistano André Luís Martins de Souza, um jovem estudante de enfermagem que dedica quase todo seu tempo livre à filantropia em benefício da saúde pública.
Desde julho passado, André passou a ministrar exames gratuitos em mulheres para identificar doenças da mama.
Mesmo estando ainda no primeiro ano de Enfermagem, ele demonstra ter muita habilidade quando examina suas pacientes em público.
André faz o atendimento em plena Avenida Paulista em São Paulo, onde examina mulheres de qualquer idade e promete diagnósticos em menos de 30 minutos.
“É fácil identificar uma mama quando ela está doente”, explica o profissional. “Quando está caidinho, sem força, logo recomendo para que elas busquem um tratamento médico. Quando os seios são firmes, o diagnóstico é mais complicado, aí tenho que apalpar por meia-hora até ter certeza que não tem nada”, descreve.
O futuro enfermeiro desenvolveu uma técnica própria em que ele não utiliza luvas e examina as pacientes por baixo da blusa.
“Espero inspirar os outros rapazes do meu curso a fazer isso também”, diz André. “Em mesmo quero fazer cada vez mais pela saúde das meninas. Estou estudando bastante e ano que vem vou estar fera no papanicolau”.
Mesmo expandindo o leque de exames, André garante que continuará fazendo tudo sem cobrar nada. “Elas merecem”, promete o rapaz.

 

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

EXCLUSIVO - ESTATUTO DO TORCEDOR

Torcedor consegue liminar e impede Ceni de bater novos pênaltis.

 Cansado de ver seu antigo ídolo Rogério Ceni perder sucessivos pênaltis, o torcedor do São Paulo Marcelino Ferreira resolveu tomar uma atitude. E marcou um gol. A Justiça de São Paulo impediu o goleiro de bater novas penalidades, por liminar. Marcelino, de 56 anos, disse que não aguentava mais ver o antigo ídolo numa situação vexaminosa. “Não quero que ele fique chateado. Ele deve entender isso como uma tentativa de preservar a imagem dele”, disse o torcedor. 

Essa é a primeira liminar do gênero no país. Autor da polêmica decisão, o juiz Geraldo Silverio dos Santos alegou que Ceni estava, inclusive, expondo torcedores a risco de vida. “Tendo em vista os sucessivos casos de enfarte do miocárdio relatados na rede pública de saúde a cada vez que o desportista se oferece para cobrar tais penalidades, é mister cessar de imediato a prática, que não é, inclusive, integrante de seu ofício de goleiro”.

MUDANÇA DE SEXO NA CÂMARA FEDERAL

Deputados mudam de sexo para fugir da lei Ficha Limpa.

O Ficha Limpa, um dos projetos mais importantes na pauta do Senado Brasileiro em 2010, mal acabou de ser aprovado e já apresenta uma brecha que começa a ser explorada por parlamentares. Políticos com problemas na Justiça estão cogitando mudar de sexo para driblar a nova lei e não serem impedidos de lançar candidatura a cargos públicos.
O clima ficou tenso no Senado, claramente dividido entre quem comemorava a aprovação do projeto e quem já se preparava para mudar de sexo. “É o fim dos tempos, não há o menor cabimento”, bradava Adalberto Patricci, representante do PP do Mato Grosso. “Isso não só é uma forma amoral de escapar da lei como também uma afronta à Bíblia e ao Senhor, que não aprovam sob nenhuma hipótese homem se tornar mulher, ou vice-versa”.
Na mesma linha seguiram outros políticos. “Olha, com quase 30 anos, de casa, eu já vi muita coisa acontecer aqui em Brasília. Mas agora, homem virar baitôlo para poder se candidatar mesmo sendo ficha suja, é de lascar”, repudiou Filismino Seneval, líder do PMN de Alagoas. “Vamos encher o Senado de Robertas Closes, é isso? Aqui é lugar de homem, de cabra-macho, disposto a brigar pela democracia”, concluiu.
Por outro lado, os deputados que já estão fazendo uso da brecha da lei se defendem. Rosinha Veiga (antigo Severiano Veiga), do PST de Santa Catarina foi o primeiro deputado a fazer a cirurgia, poucas horas após a lei começar a tramitar. Sra. Veiga, condenada em 2008 por desvio de verbas e peculato, afirma, no entanto, que a mudança de sexo era um sonho de criança.
“É mentira que fiz a mudança por conta da lei Ficha Limpa. Esse sempre foi desejo que cresceu comigo ao longo dos anos. Aquela coisa de gostar mais de boneca do que de bola e carrinho, sabe?”, explicou o ex-deputado, agora deputada. “De modo algum foi uma manobra de minha parte, foi uma questão de oportunidade: consegui um descontão com o Dr. Pitanguy Jr. para realizar a operação.”
Pode não ser o caso da deputada Veiga, mas é fato que a procura por esse tipo de intervenção cirúrgica vive um pico em Brasília. Em uma clínica especializada em troca de sexo, o número de clientes com operações agendadas por parlamentares cresceu em 185% desde janeiro, quando o projeto de lei foi criado. A clínica Depenus criou até um slogan próprio para este nicho de mercado: “Se você é um legítimo cara-de-pau, trocamos tudo, da cara ao pau”.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

VASCO SERÁ O VICE DE SIMÃO JATENE NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES

Vasco será vice de SIMÃO JATENE

Numa surpreendente virada no campo político, o Vasco da Gama anunciou que que vai se o vice de SIMÃO JATENE. “Já que não conseguiremos nada nesse campeonato, pelo menos inovaremos esse ano”, disse Roberto Dinamite. O anúncio pegou a torcida de surpresa mas animou os vascaínos. “Temos que honrar a tradição de ser vice”, disse um torcedor.
O clube corre o risco de ser rebaixado, mas persegue o objetivo de, ao menos, ficar em penúltimo lugar. “Aí seremos os vice piores”, explicou um dirigente.

sábado, 5 de outubro de 2013

GAGOS AGORA TERÃO DESCONTOS DE 50% EM TARIFAS DE CELULARES

Gagos poderão ter 50% de desconto em contas de celular, em Manaus

Projeto de lei está em trâmite na Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Lei semelhante funciona desde 2009 em Mato Grosso do Sul.

EM SANTARÉM EXISTE UM PROJETO DE DESCONTO DE 50% NO CINEMA PRA QUEM É CAOLHO.

Todo cidadão manauense que comprovar ter disfemia, distúrbio na fluência e temporalização da voz, conhecido popularmente como gagueira, poderá pagar apenas 50% da conta de ligações no aparelho celular. A proposta peculiar é de um novo Projeto de Lei que segue em trâmite na Câmara Municipal de Manaus (CMM), e não é novidade no Brasil. Desde 2009, uma lei estadual semelhante foi aprovada e causa polêmica entre os beneficiados e empresas telefônicas em Mato Grosso do Sul.
Se aceita, a lei irá beneficiar todos os residentes da capital que apresentarem uma avaliação feita por fonoaudiólogo, comprovando o distúrbio, mas o número de pessoas com disfemia em Manaus e as condições do benefício bem como abrangência de aparelhos celulares e fixo no projeto ainda estão em estudo. A disfemia é a mais comum desordem de fluência da fala, atingindo cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo.
A ideia do projeto partiu de uma lei estadual que funciona em Mato Grosso do Sul desde 2009, que exige que a pessoa comprove a gagueira com avaliação de um fonoaudiólogo especializado em fluência para receber o benefício. A lei ganhou nota de aprovação no site da Associação Brasileira de Gagueira.
Para o universitário Lucas Marques, que sofre com a gagueira, a ideia é conveniente. "Eu evito usar o celular, pois sempre é onde minha gagueira piora. Mesmo ligando pouco, minha conta sempre passa de R$100,00, porque as pessoas sempre pedem pra eu repetir o que acabei de falar. Às vezes eu nem consigo falar nada. Já cheguei a desligar o telefone por não conseguir completar a frase", conta o finalista de Engenharia da Computação, que admitiu preferir mandar mensagem de texto a telefonar.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

ANAC - AGORA AVIÕES E HELICÓPTEROS SAIRÃO COM BUZINA DE FÁBRICA.

Aviões e helicópteros de São Paulo terão buzina

A medida visa reduzir acidentes e melhorar a educação no trânsito aéreo.
O que parecia inevitável finalmente aconteceu. Com o constante aumento do tráfego aéreo na cidade de São Paulo, a ANAC tomou a polêmica decisão de pedir aos fabricantes de aeronaves que instalem buzinas em seus aviões e helicópteros.
“Infelizmente essa era uma medida que vinha sendo adiada, mas que nós decidimos implementar antes que uma tragédia acontecesse”, diz Antônio Carlos Galeão. “São Paulo, hoje, possui uma frota de helicópteros que supera qualquer cidade do mundo”, analisa. “Ao todo, somando aeronaves de pequeno, médio e grande porte, temos cerca de 5 mil veículos sobrevoando o céu da capital paulista diariamente. É como se todos os torcedores da Portuguesa tivessem seu próprio avião ou helicóptero.”
A decisão, como era de se esperar, tem causado polêmica. Para os moradores do bairro de Congonhas esse será apenas mais um transtorno. “Você imagine, qual será o volume de uma buzina para avião”, diz Maria Creuza Cochlear. “O som das turbinas já é ensurdecedor, então para que a buzina surta efeito, ela deverá ser maior do que o som das turbinas. Se um avião buzinar toda vez que for decolar ou aterrissar, ninguém nunca mais conseguirá dormir aqui em Congonhas”, lamenta ela.
Para a Associação de Pilotos e Comandantes do Estado de São Paulo (Apicoesp) a medida é vista com bons olhos. “Eu já perdi a conta de quantas vezes tomei fechadas de helicópteros ao chegar em São Paulo”, diz Ayrton Piquet, comandante de um Airbus A330. “Eu diria que os helicópteros viraram os motoboys dos céus aqui na cidade. A diferença é que se eles baterem no meu retrovisor as conseqüências podem ser fatais”, diz ele.

A ANAC já afirmou que não voltará atrás em sua decisão, mas que pretende regulamentar a forma como a fiscalização será feita, assim como deverá estabelecer todas as regras para as buzinadas aéreas. “Será proibido buzinar ao sobrevoar hospitais e cemitérios”, diz Galeão. “Também deveremos lançar uma cartilha com os códigos de buzinadas. Uma buzinada curta significa que você irá passar pela direita. Uma buzinada longa significa que você irá passar por cima, e assim por diante”, avisa ele. “Tenho certeza que o mundo deverá seguir esse exemplo dado pelo Brasil e por São Paulo. Quem sabe se isso já existisse em 2006, a tragédia do vôo Gol 1907, que se chocou com outro avião quando sobrevoava o Amazonas, talvez não tivesse acontecido.”

FIM DOS TEMPOS. APOCALISE.

Consumidor encontra merda dentro da camisa do Flamengo




Mais um caso de objeto estranho encontrado dentro de compras. Um consumidor do Rio de Janeiro encontrou um monte de coco dentro de uma camiseta do Flamengo. O torcedor procurou a diretoria do clube para reclamar, mas a única explicação era que as finanças do time precisam ser sanadas.
Em outro caso parecido, um torcedor do Vasco encontrou coliformes na camisa de seu time. Torcedores do Fla organizaram um abaixo-assinado pedido a saída da diretoria, mas não conseguiram reunir assinaturas suficientes, já que poucos sabem assinar.