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domingo, 6 de julho de 2014

GUARDIÃO DA AMAZONIA CONFIRMA SUA CANDIDATURA A DEPUTADO ESTADUAL 2014.

Sete vereadores de Santarém saem candidatos nas eleições deste ano


Depois do encerramento do prazo estipulado pela Justiça Eleitoral para a realização das convenções partidárias, no dia 30 de junho último, pelo menos sete vereadores de Santarém tiveram o nome homologado para concorrer às eleições do dia 05 de outubro deste ano a deputado estadual, um a deputado federal e a vereadora Marcela Tolentino a senadora.

Entre os vereadores que participarão do pleito foram homologados, o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Henderson Pinto (DEM), Dayan Serique (PPS), Reginaldo Campos (PSB), Maurício Corrêa (PSD) e Ney Santana (PSDB), para deputado estadual, Chiquinho da Umes (PSDB), a deputado federal e Marcela Tolentino (Solidariedade) a senadora.

Para não prejudicar o trabalho daquela casa, os vereadores decidiram reduzir a quantidade de sessões ordinárias de três para duas por semana. Foi suprimida a de quinta-feira e estendido o tempo das sessões de terça e quarta-feira, durante os meses de agosto e setembro. Elas irão das 9 até às 13 horas.

Segundo o presidente do PPS/PA, João Raimundo, a chapa ainda está incompleta e só deverá ser definida no dia 5 de julho, prazo para que os partidos façam a inscrição das candidaturas. Durante a convenção foi decidido ainda o apoio do partido à reeleição do governador Simão Jatene.

Para o Senado ainda há indefinição, mas, segundo João Raimundo, o nome mais provável a ser apoiado pelo partido é o do vice-governador Helenilson Pontes, ex-PPS e atual PSD. Apesar do apoio ao PSDB para o cargo majoritário no Pará, o PPS dividirá o palanque com o presidenciável, Eduardo Campos (PSB).

"As convenções partidárias significam o início do processo democrático dentro do ambiente de cada agremiação política”, afirma o ministro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga. Segundo Gonzaga, é no período de convenções que os partidos decidem quais filiados podem pedir registro de candidatura e se as siglas disputarão o pleito coligadas ou não com outras legendas.

Ele lembra que as agremiações devem fazer constar em suas atas “todos os detalhes dessa participação”, como, por exemplo, com quais partidos a agremiação pretende se coligar, se essa coligação vai ou não valer para as eleições majoritárias e proporcionais, qual o nome dos filiados indicados para disputar o pleito, informando o cargo para o qual estão autorizados a pedir registro, bem como o número que o candidato utilizará na campanha, o limite de gastos da campanha, entre outros. (Da Redação com informações de Manoel Cardoso/Free lancer)
 
Publicado em Política

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