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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ABRINDO O BAÚ DA MINHA RAINHA OLHA O QUE ACHEI

RELIQUIAS DEIXADAS POR MINHA MÃE. E VEM MUITO MAIS.

MINHA MÃE POETIZA. SAMAUMEIRA DE FORDLANDIA.

SAUDADES ETERNAS.

PARA SAMAUMEIRA DE FORDLANDIA.
Arrepio
Na velha estrada da ponte
Que liga o trapiche as mangueiras
Alta, linda e poderosa
Uma frondosa sumaumeira
Se agitava ao vento e as chuvas
Com seus galhas e seu primor
Era pouso de lindas aves
No seu Candido frescor

Mas nas suas sapupembas
Nas noites triste sem lua
Uma dama, vagarosa
Saia para o meio da rua
Não tinha ali corajoso
Que não perdesse o repente
Corria que nem fuxico
E contava para a gente
Ela é uma senhora
De vestes todo florido
Que passa e acompanha
Sem fazer alarido
O cara ao vê-la treme
Com um medo sem igual
Quer caminhar mas não pode
Por que a dama é sobre natural
Chora, reza sem canseira
Porque o que ele vê
É a mãe da sumaumeira
Autor(a): Maria de Nazaré (NAZICA)

Um comentário:

  1. Minha querida tia tinha um amor incontestável pela terra em q nasceu, nossa Fordlandia. Poetisa nata, tudo virava poema em suas maos. Saudades eternas.

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