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sábado, 27 de julho de 2013

COPA 2014

Oscar Maroni assume Secretaria de Turismo Sexual com orçamento de R$ 2 bilhões.

 

Documentos que vazaram na última semana,  aos quais o Guardião da Amazônia teve acesso com exclusividade, apontam que a nova Secretaria Adjunta Especial para regularizar o turismo sexual no Brasil receberá mais verbas do que o Ministério da Saúde.

Os comentários que circulam pelos corredores do Senado dão conta de que, em apenas um ano, a nova Secretaria, dirigida pelo empresário paulista Oscar Maroni, receberá mais de R$ 2 bilhões.
“É muito melhor que se acabe com a hipocrisia e que esse dinheiro seja aplicado aqui mesmo, ao invés de ser desviado para as Bahamas”, informou uma fonte de dentro da Secretaria que preferiu não se identificar.

Pelo o que pudemos apurar, os R$ 2 bilhões serão aplicados na divulgação do Brasil no exterior e em subsídios para criação de voos diários da Europa para o Nordeste do Brasil.

“Não faria sentido direcionar turistas europeus para Santa Catarina, por exemplo, onde todas as meninas são loirinhas. Os gringos querem mesmo é a cor do pecado”, disse Maroni. “Seria como sair no domingo para almoçar num restaurante legal e pedir arroz com feijão. Loirinha eles já comem em casa”, comparou o secretário adjunto especial.

Perguntado sobre como ele se sentia ao explorar a prostituição, Maroni foi rápido na resposta.
“Nós não estamos explorando a prostituição, estamos apenas fomentando o turismo e oferecendo ao turista tudo o que o Brasil tem de melhor: nossas paisagens, nossa música, nossa comida e tudo mais que lhe dá prazer.”

Maroni foi ainda mais incisivo. “Estamos tirando da ilegalidade um setor que hoje em dia já movimenta mais de R$ 5 bilhões por ano. Veja a Holanda, ótimo exemplo, que consegue fazer isso com sua famosa Red Light District, numa combinação perfeita com os seus cafés. Já imaginaram, o Pelourinho, com suas casas renovadas e com lindas mulheres na vitrine?”

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