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sábado, 16 de novembro de 2013

GAYS E MACUMBEIROS JUNTOS CONTRA O PASTOR FELICIANO

pastor Marco Feliciano diz que há “600 terreiros de macumba batendo tambor” por ele contra ativistas gays.

Circula nas redes sociais um vídeo de uma pregação do pastor Marco Feliciano no Clama Sul, evento cristão realizado em Maringá, Paraná, no último dia 02 de novembro. Em seu discurso, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) afirma que existem “600 terreiros de macumba batendo tambor” a seu favor, todas as sextas-feiras.
Feliciano falava sobre a crise que atravessou quando assumiu a presidência da CDHM, e contou que recebeu a visita de um babalorixá em seu gabinete. Surpreso, Feliciano imaginou que fosse sofrer uma agressão, mas o homem afirmou que vinha em paz, para prestar apoio.
“Nunca houve tanta oração neste país. Nunca houve tantos crentes anônimos mandando mensagem de Jesus dizendo: ‘protege o Pastor Marco porque ele me representa naquele lugar’. O Brasil foi abalado pelas orações, Igreja… Quem concorda com isso? Nos primeiros dias Edmar, no meio daquele tumulto você assistiu reuniões na nossa Frente [Parlamentar Evangélica], onde estava tudo nublado, não tinha o apoio de ninguém… Meu partido tava quase ruindo porque não aguentava mais a luta […] Entrou um homem na minha sala, um baita dum… Tenho que tomar cuidado como falo… Um baita dum afrodescendente… Desse tamanho o cidadão […] O cabelo black power. Quando eu olhei pra ele, empurrei minha cadeira e pensei: ‘Tô frito! Não tão respeitando nem aqui mais’. Quando ele viu que eu fiquei apavorado ele disse: ‘Fica tranquilo que minha vinda é de paz’ […] Ele era um babalorixá […] ‘Vim do Rio de Janeiro através da minha instituição. Nós temos 600 terreiros de macumba e a nossa instituição pagou minhas passagens… Vim aqui dizer para o senhor que o senhor nos representa, porque o senhor representa a família brasileira. E pra te ajudar eu trouxe para o senhor a espada de São Jorge’ […] Olhei pra aquele trem e pensei: ‘Eu pego ou não pego?’ [… ] Na hora de ir embora ele voltou e disse: ‘Pastor, a partir de hoje ninguém mais toca no senhor…’ Eu falei: ‘Por quê?’ Não devia ter perguntado… Ele voltou, olhou para mim e disse: ‘A partir de hoje, toda a sexta feira, 600 terreiros vão estar batendo tambor para nossas entidades protegerem o senhor’ […] Quando eu fui falar, Jesus falou comigo: ‘Quem não é contra nós, é por nós’ […] Quando ele virou as costas, Jesus falou comigo: ‘Quando a Igreja não se levanta e não pode, eu levanto até demônio…”, disse o pastor, em sua pregação.

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